Se você é uma mulher lésbica acima de 40 anos que está cansada de se encaixar na vida da outra para ser amada, você está no lugar certo.
Você trabalha. Se sustenta. Tem uma rotina. Não precisa de ninguém para se sentir inteira.
Aí alguém aparece. No começo é leve: conversa boa, conexão real, aquela sensação de que essa é diferente.
E então, sem que você perceba, começa. Você abre o celular e vai direto nos stories dela. Ela não reagiu ao seu. Você começa a analisar o que postou, se foi demais, se foi de menos. Você manda mensagem com cuidado, relê antes de enviar, fica esperando.
Você começa a engolir coisas pequenas para não parecer difícil. Concorda com programa que não quer ir. Não fala o que pensa de verdade. Evita parecer intensa.
Quando ela responde, você sente alívio. Quando demora, sua cabeça vai para lugares que você sabe que não deveria ir.
E o pior: você sabe o que está fazendo.
Você já foi à terapia. Já leu sobre apego. Já entendeu o padrão, de onde vem, o que ativa. Mas o corpo faz o que sempre fez.
Isso não é falta de esforço. Você tem se esforçado há anos. O problema é que esforço e consciência não mudam comportamento automático. Ninguém te ensinou o que muda.
"Ela não precisava aprender a amar.
Ela precisava aprender a não se abandonar quando ama."
Você gosta de alguém. Sente isso com clareza. E não entra em pânico.
Não porque você ficou fria ou construiu uma parede. Mas porque você parou de se abandonar para ser escolhida.
Isso é possível, não é questão de personalidade.
É uma habilidade, e como toda habilidade se aprende na prática e não com mais teoria.
Assistir não move o corpo. Não acessa o lugar onde o padrão mora. Ao vivo, você é levada pelo processo em tempo real: você sente, você reage, você pratica com o que está vivo em você naquele momento.
Não é autoconhecimento para qualquer mulher. É trabalho direto com o padrão de se perder quando ama, em mulheres lésbicas 40+. Você não vai precisar adaptar nada para o seu contexto.
O dia não termina em insight. Você sai com algo concreto para fazer diferente na próxima vez que o padrão aparecer. Não conceitos: comportamento que você já terá praticado antes de precisar usar.
Você vai entender com precisão o que acontece dentro de você quando começa a gostar. Não como teoria geral, mas como mapa do seu funcionamento específico. O gatilho, o momento, o que o corpo faz antes da cabeça perceber.
O padrão não mora na cabeça. Você vai entender por que anos de trabalho interno não foram suficientes e o que de fato move comportamento. Sem julgamento. Com clareza.
Ferramentas concretas. O que você faz diferente quando o padrão aparecer da próxima vez. Não é sobre entender mais. É sobre ter uma resposta nova disponível no corpo, não só na cabeça.
30 dias de acesso à Comunidade Entre Duas, espaço exclusivo para mulheres lésbicas 40+. Para continuar o processo depois do dia, com suporte e em contato com outras que entendem o que você está atravessando.
Após a compra, você entra em um grupo exclusivo para quem vai participar da imersão. Dentro do grupo, Janná envia áudios gravados com meditações diárias para você chegar no dia inteira e presente.








Se até 7 dias após a compra você mudar de ideia, devolvemos o valor. Sem burocracia, sem perguntas.
Sou terapeuta transpessoal e junguiana, treinadora comportamental com mais de 10 anos de experiência em grupos de atendimento.
Meu trabalho é focado em relacionamentos, especificamente no padrão de mulheres que se perdem quando começam a amar. Não é um recorte de mercado. É onde minha formação e minha prática se concentram há mais de uma década.
Sei o que é entender tudo sobre si mesma e continuar repetindo os mesmos padrões. Sei o que muda quando você para de tentar entender mais e começa a praticar diferente.
É esse trabalho que faço no dia 25.
Esse dia é para você.
Um dia inteiro para trabalhar o que a teoria não alcança.
Com mulheres que não precisam de explicação.